Novembro – Mês da Prematuridade

O bebê que nasce com menos de 37 semanas de gestação (36 semanas e 6 dias) é considerado prematuro, ou pré-termo. No Brasil, o nascimento de bebês prematuros corresponde a 9,2% dos nascidos vivos (dados de 2012).

O prematuro pode ser classificado de acordo com a idade gestacional, sendo o prematuro limítrofe aquele nascido entre 37 e 38 semanas; moderado nascido entre 31 e 36 semanas e prematuro extremo aquele nascido entre 24 e 30 semanas de idade gestacional.

Quanto ao peso de nascimento, denomina-se os bebês com menos de 2kg como baixo peso, muito baixo peso os com menos de 1,5kg e extremo baixo peso aqueles com peso menor que 1kg.

Características do prematuro:
* Geralmente tem baixo peso ao nascer
* Pele fina, brilhante e rosada
* Veias visíveis
* Pouca gordura sob a pele
* Pouco cabelo
* Orelhas finas e moles
* Cabeça desproporcionalmente maior do que o corpo
* Musculatura fraca e pouca atividade corporal
* Poucos reflexos de sucção e deglutição

Não se conhece ainda todas as causas que levam ao parto prematuro, mas há muita pesquisa na área. Somente 30% dos casos de nascimentos prematuros têm explicação científica.

Como saber quem corre risco de ter um parto prematuro?
Estão em maior risco para trabalho de parto prematuro as mulheres que já passaram por um parto prematuro, que estão grávidas de gêmeos ou múltiplos ou com história de problemas de colo do útero ou uterinos.

Além disso, outros fatores podem levar ao parto prematuro: ausência do pré-natal, fumo, álcool, drogas, estresse, infecções do trato urinário, sangramento vaginal, diabetes, obesidade, baixo peso, pressão alta ou pré-eclâmpsia, distúrbios de coagulação, algumas anomalias congênitas do bebê, gestações muito próximas (menos de 6 a 9 meses entre o nascimento de um bebê e ficar grávida novamente), gravidez fruto de fertilização in vitro e idade menor de 17 anos e acima de 35.

Quais as principais causas de parto prematuro?

  • bolsa rota/ruptura prematura de membrana (RUPREME ou ROPREMA)
  • hipertensão crônica
  • pré-eclâmpsia
  • síndrome de Hellp
  • insuficiência istmo-cervical
  • descolamento prematuro da placenta
  • placenta prévia
  • malformações uterinas
  • infecções uterinas
  • gestação múltipla
  • fertilização in vitro
  • malformações fetais

Ter um bebê prematuro exige muita doação e força da mãe, do pai e da família, que precisa dar total apoio a essa mãe. O Personal Mamãe Bebê possui um programa de cuidados ao bebê prematuro que atua nas maiores fragilidades da família nesses primeiros cuidados, seja no hospital ou na casa, após a alta hospitalar. Veja aqui.

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Fonte: prematuridade.com